BOLSONARISMO E A NARRATIVA DA PERSEGUIÇÃO – JOÃO CEZAR CASTRO ROCHA – ICL NOTÍCIAS

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**BOLSONARISMO E A NARRATIVA DA PERSEGUIÇÃO: UM ALERTA URGENTE PARA A DEMOCRACIA BRASILEIRA**

A crescente narrativa de perseguição política em torno do bolsonarismo está ganhando força, e os ecos dessa retórica podem ser ouvidos em cada canto das redes sociais. Em uma análise contundente, o professor João Cezar Castro Rocha expõe como a extrema direita brasileira, liderada por figuras como Flávio e Eduardo Bolsonaro, está articulando um plano alarmante que ameaça a estabilidade democrática do país.

Recentemente, a campanha “Eu só voto em Bolsonaro” emergiu, desafiando a legitimidade de qualquer eleição sem a presença do ex-presidente. Essa estratégia visa criar um clima de desconfiança em relação ao sistema eleitoral, insinuando que a oposição foi excluída e que, portanto, qualquer resultado eleitoral seria fraudulento. Um movimento que, segundo Rocha, reflete um desvio perigoso da política tradicional, onde a extrema direita busca não apenas apoio, mas a desestabilização total das instituições democráticas.

Em um momento crítico, Rocha alerta que a retórica de “perseguição” não é apenas uma tática política; é um chamado à ação que pode incitar violência e divisão. A ideia de que a eleição de 2026 poderia ser um “acordo entre compadres” se o Bolsonaro não estiver na cédula eleitoral é uma ameaça direta à democracia. O professor destaca que essa narrativa, sustentada por mensagens radicais nas redes sociais, pode criar uma crise institucional sem precedentes.

Enquanto isso, a comparação feita por Flávio Bolsonaro entre a situação atual do Brasil e eventos históricos catastróficos, como Hiroshima, acrescenta um tom de urgência e desespero à sua mensagem. O que está em jogo é a própria essência da democracia brasileira, e a sociedade deve ficar atenta a esses movimentos que buscam minar a confiança nas instituições.

A hora é agora! A resistência contra essa narrativa de perseguição deve ser firme e coletiva. A democracia brasileira não pode se permitir ser arrastada para um abismo de radicalização e desconfiança. A vigilância é essencial, e a condenação de qualquer tentativa de golpe deve ser clara e intransigente. O futuro do Brasil está em jogo, e a hora de agir é já.