O Ruben Neves, o melhor amigo de Diogo Jota, que com ele jogou primeiro no FC Porto e depois no Wolves, foi o eleito pela família do malogrado futebolista como o colega que herdaria o seu número na Seleção Nacional, nos primeiros jogos da equipa das quinas desde o trágico desaparecimento do atleta do Liverpool, no início de julho.
A proximidade entre os dois era evidente e a dor que a morte do internacional português causou no médio é imensurável. Aliás, na homenagem a Diogo Jota no estádio Molineux, em Wolverhampton, no dia 16 de agosto, a viúva do jogador, Rute Cardoso, contou com o seu apoio naquela tarde tão especial. A jogar agora ao serviço do Al Hilal, na Arábia Saudita, o atleta voltou de propósito a Inglaterra e também ele se emocionou durante este tributo.
Os dois amigos tornaram-se inseparáveis dentro e fora do campo, uma amizade que se estendeu também aos tempos que partilharam ao serviço da seleção nacional. Unidos pelo mesmo desejo de vencer, sempre que um caía, o outro estava lá para o segurar. E esta amizade estendeu-se, como seria de esperar, às respetivas famílias.