As mulheres frutas, fenômeno cultural dos anos 2000, conquistaram o Brasil com suas performances exuberantes e personalidades marcantes. Entre elas, Suelen Curi, a “mulher pera”, foi uma das pioneiras. Após ganhar notoriedade no programa Super Pop, ela tentou a carreira política e, atualmente, é empresária no ramo de joias, superando desafios de saúde e se tornando influenciadora digital.
Diane Cristina, a “mulher jaca”, fez parte do grupo de dançarinas do MC Créu, mas sua trajetória tomou rumos diferentes. Após investir em uma marca de jeans e se mudar para os Estados Unidos, ela se tornou uma sobrevivente de AVC e, hoje, atua no conteúdo adulto.
Grace Kelly, a “mulher maçã”, conhecida por suas danças e pela canção “A maçã fruto proibido”, também se reinventou. Após um período em Miami, onde lidou com o furacão Irma, ela permanece ativa nas redes sociais e no comércio de óculos.
Helen Cardoso, a “mulher moranguinho”, brilhou ao lado de Naldo Benny, mas sua vida tomou um rumo complexo com denúncias de violência. Agora, aos 43 anos, ela se dedica à maternidade e à sua imagem nas redes.
Marcela Porto, a “mulher abacaxi”, destacou-se como a primeira tran𝑠e𝑥ual a ser rainha de bateria no carnaval carioca e, atualmente, é empresária no setor de transporte. Renata Frisson, a “mulher melão”, continuou sua carreira no funk e, hoje, trabalha com conteúdo adulto, enquanto Andressa Soares, a “mulher melancia”, se tornou empresária e mãe, fazendo sucesso nas redes sociais.
Por fim, Vanessa Lima, a “mulher cereja”, e Iane de Simone, a “mulher filé”, seguiram suas carreiras de forma distinta, com Iane se estabelecendo como DJ e mãe. Já Daniele Souza, a “mulher samambaia”, transformou-se em empresária no ramo da beleza após sua passagem por reality shows.
Essas mulheres, que brilharam na era do funk e das revistas masculinas, continuam a impactar o cenário cultural brasileiro, cada uma à sua maneira, mostrando que a evolução é parte da trajetória de qualquer artista.